Concerto de Ispinho e Fulô Até 21 de fevereiro | Sáb 21h e Dom 20h | R$ 30 | 120 min | 14 anos | Sala 1 - 134 lugares Com Cia. do Tijolo. Direção: Rogério Tarifa. Elenco: Dinho Lima Flor, Fabiana Vasconcelos Barbosa, Karen Menatti, Rodrigo Mercadante e Thais Pimpão. Músicos: Aloísio Oliver, Jonathan Silva, Maurício Damasceno. Direção Musical: William... Leia mais...
Danças Urbanas – Locking Estreia dia 6 de fevereiro! Até 28 de fevereiro | Sáb 21h e Dom 20h (dia 07/02 às 21h) | R$ 25 e R$ 12,50 | 45 min | Livre | Sala 2 - 80 lugares Com grupo Chemical Funk. Dançarinos: Ivo Alcântara, Diego Luiz de Oliveira, Leandro Fukuzawa, Marcio Alves da Silva, Marcus Vinícius Damasceno, Nathalia Biavaschi Glitz, Tadeu Wellington O.... Leia mais...
Convencionou-se chamar Teatro do Oprimido a metodologia e prática sistematizada nas últimas 4 décadas por Augusto Boal e seu Centro de Teatro do Oprimido (CTO-Rio), e praticada em mais de 70 países através da ação política disseminadora do CTO, órgão de referência para tudo o que se relaciona com o Teatro do Oprimido. O TO parte de premissas que, por si só, já são um grande avanço nos paradigmas dominantes.
De Jerusalém, depois de um workshop para estudantes na universidade de
serviço social, seguimos para Jericó, para assistir mais uma
apresentação de Teatro-Fórum, dentro da programação da segunda edição do
Festival de Teatro do Oprimido, organizado pelo grupo Ashtar.
Estamos na Palestina. Não, na verdade, estamos em Israel já que a
Palestina não existe de fato. Não, melhor seria dizer, estamos no que os
palestinos consideram a Palestina e os israelenses consideram Israel e
uma boa parte do mundo simplesmente desconsidera. Estamos no que se
conceitua como Territórios Ocupados ou Territórios Palestinos Ocupados,
depende de quem usa o conceito. Sim, que são ocupados não há dúvida, em
torno de 60% do que se costumava chamar de Palestina, mesmo após 1967,
está ocupado por assentamentos israelenses que continuam em expansão.
Bem, estamos nesse lugar cheio de contradições e contraditório, lugar
que é e não é, lugar e não-lugar.
Burocracia ameaça continuidade das atividades do Teatro do Oprimido nas penitenciárias brasileiras.
Leia o manifesto da equipe do Centro de Teatro do Oprimido
Rio de Janeiro, 09 de maio de 2009. Caras e caros amigos,
Nosso pesar é incomensurável, não há medida que o defina. Não há espaço que o comporte. A partida de Boal nos deixou com uma clara missão: seguir adiante! Com a ética e a solidariedade como fundamentos e guias, tendo a multiplicação como estratégia e a superação de realidades opressivas como meta, seguiremos adiante. Por isso, não estamos de luto, nos vestimos de LUTA e empunhamos as armas que nos deixou o guerreiro Boal.
Aproveitando o dia PRIMEIRO DE MAIO - o dia do trabalho, do trabalhador - aí vai uma reflexão que vocês poderão aproveitar para inserir - dramaticamente, claro - em seus futuros textos, seja para teatro, cinema ou tevê. O excepcional cineasta Charles Chaplin agraciou o mundo, como artística herança, com essa excepcional obra cinematográfica que é "Tempos Modernos", que tem tudo a ver com a brilhante e original idéia que, nas linhas adiante, vou tentar expor.
Se há uma coisa que, por mais que me esforce, não consigo entender é por que existe O DIA DO TRABALHO, DO TRABALHADOR - o primeiro de maio - e ainda não existe o DIA DO CAPITAL, DO CAPITALISTA.